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Covid-19: Deliverys implementa medidas para evitar contágio

Com o fechamento de restaurantes e pontos de venda de alimentos devido ao estado de declaração de emergência no país, as pessoas optaram pelos serviços de entrega para comprar alimentos em seus lugares favoritos.

Empresas como Uber Eats, IFood são apenas alguns dos serviços que os brasileiros usam para comprar mantimentos durante a quarentena.

Nesse sentido, Marcos Paulo, dono do restaurante La Terra, afirmou que, para manter a higiene de seus parceiros, os motoristas (entregas) receberam máscaras N95, luvas e gel antibacteriano com álcool.

“Em cada uma das coleções e entregas, todas as medidas de segurança recomendadas pelo Governo do Estado de SP devem ser mantidas”, afirmou Paulo.

Quanto ao aumento que Marcos Paulos teve nas entregas, ele não especificou as informações.

“Recrutamos por um período específico as pessoas que trabalharam em locais que fecharam suas portas para se juntarem a nós na entrega, para que não parem de receber renda no momento”, disse ele.

Ele disse que o restaurante, juntamente com o restaurante de saladas Folhas Novas, vem fazendo doações de alimentos para o lar de idosos de Campinas, a fim de colaborar com os necessitados, além de entregar remédios e alimentos ao Governo do Estado de São Paulo e ao Ministério da Saúde como parte de seu trabalho social.

Para ele, é o momento certo para todos os setores da sociedade manterem a unidade para combater o coronavírus (covid-19).

Tanto a empresa Uber Eats quanto a IFood já decidiram que os pedidos não tinham nenhum custo de envio.

Com a disseminação do Coronavírus, a empresa Uber Eats iniciou uma campanha para sensibilizar os usuários sobre a entrega de alimentos sem contato, além de fornecer recomendações a restaurantes e parceiros de entrega para promover que todos os pedidos sejam adequadamente fechados em recipientes resistentes a adulterações. .

“Os cuidados com a saúde são nossa principal prioridade e trabalhamos constantemente para manter todos os que usam o Uber em segurança. Estamos em contato próximo com as autoridades locais de saúde pública e seguiremos suas diretrizes para fazer o que pudermos para ajudar a impedir a propagação do coronavírus “, afirmou Eduardo Donnelly, CEO da Uber Eats LATAM.

Donnelly explicou que, dentro das medidas, as comunicações também foram enviadas aos parceiros e entregadores que acessam o aplicativo no Brasil com recomendações geradas com o aconselhamento de especialistas em saúde pública, como lavagem frequente das mãos, encobrimento ao tossir ou espirrar, e limpe e desinfete o veículo.

Quanto ao IFood, lembretes para os usuários do aplicativo que podem solicitar que sua entrega seja deixada à sua porta para ajudar a diminuir os contatos e agora há um recurso que simplifica esse processo, que esperamos que ajude todos que usam a plataforma .

Outra medida implementada com os parceiros de condução e entrega do IFood é apoiar aqueles que foram diagnosticados com covid-19 ou que foram colocados em quarentena por uma autoridade de saúde pública.

Quem estiver nessa situação receberá, pela única ocasião e de maneira extraordinária, apoio financeiro por até 14 dias.

“Ofereça descontos em restaurantes que precisam de mais ajuda, para que os clientes possam ter uma alternativa para obter uma refeição de maneira confiável, enquanto apoiam suas comunidades”, disse Marcos Paulo. Clique aqui caso queira um cupom do IFood para primeiro pedido.

Eles também cumprem as medidas tomadas pelo governo dominicano em relação ao horário do recolher obrigatório e, portanto, as aplicações do Uber e Uber Eats não estão prontas naquele momento.

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Então, estamos trabalhando em casa. A Internet pode suportar?

Com milhões de pessoas trabalhando e aprendendo em casa durante a pandemia, as redes da Internet estão prontas para se esforçar ao máximo.

João Augusto raramente teve problemas com o serviço de internet em casa – até a semana passada. Foi quando ele começou a trabalhar em sua casa por causa do coronavírus (COVID-19).

João, 35 anos, trabalhador de tecnologia em Campinas, São Paulo, começou imediatamente a usar aplicativos de trabalho, como videoconferência, que consumiam muitos dados. E ele compartilhou seu plano vivo empresas de internet – construído sobre uma outra internet – uma Vivo Box de sua esposa – que também trabalhava em casa, e seus dois filhos, que às vezes assistem filmes.

Após cinco dias dessa atividade, sua internet parou, disse Pando. O Office 365 congelou e ele não conseguiu fazer chamadas de vídeo nem enviar grandes anexos de e-mail. “Nunca ficou tão ruim”, disse ele.

À medida que milhões de pessoas no Brasil passam a trabalhar e aprender em casa esta semana para limitar a disseminação do coronavírus, elas testam as redes da Internet com uma das maiores mudanças de comportamento em massa que o país sofreu.

Isso deve sobrecarregar a infraestrutura subjacente da Internet, com o ônus de ser sentido particularmente em duas áreas: as redes domésticas que as pessoas criaram em suas residências e os serviços de internet doméstica da Oi, TIM e Vivo Empresas em que essas redes domésticas confiam.

Essa infraestrutura geralmente está acostumada a certos picos de atividade em horários específicos do dia, como à noite, quando as pessoas retornam do trabalho e ficam on-line em casa. Mas a vasta transferência de trabalho e aprendizado para as casas das pessoas mostrará novos patamares de uso da Internet, com muitos usuários compartilhando as mesmas conexões à Internet ao longo do dia e usando aplicativos com fome de dados que geralmente são reservados para escritórios e escolas.

Isso pode desafiar o que é conhecido como serviços de última milha, que são os serviços de banda larga por cabo e banda larga baseada em fibra que canalizam a Internet para residências. Eles tendem a fornecer um serviço de Internet muito diferente do que está disponível em escritórios e escolas, que geralmente têm serviço de banda larga na Internet empresarial. Em termos gerais, muitos escritórios e escolas têm basicamente o equivalente a um grande cano para transportar tráfego da Internet, em comparação com uma mangueira de jardim para a maioria das residências.

Além disso, as redes domésticas – como os roteadores Wi-Fi que os residentes configuram – podem ser complicadas. Muitos consumidores têm planos de banda larga com capacidade muito menor do que no local de trabalho. E quando muitas pessoas são carregadas em uma única rede Wi-Fi ao mesmo tempo para transmitir filmes ou realizar videoconferências, isso pode causar congestionamento e lentidão.

“Nós simplesmente não sabemos” como será a infraestrutura, disse Paulo Covas, ex-presidente da Comissão Federal de Comunicações. “O que é largura de banda suficiente para um casal de computadores domésticos para marido e mulher pode não ser suficiente quando você adiciona estudantes que vão às aulas o dia inteiro, operando em casa”.

O uso de aplicativos e jogos que consomem muita largura de banda já aumentou em lugares onde o coronavírus se instalou. Na Itália, jovens em casa que jogam jogos de PC aumentam o tráfego da Internet em uma rede fixa local, a Vivo Internet, mais de 90% em comparação com o tráfego de fevereiro, disse Fernando Andrade, porta-voz da empresa. E em partes da Europa na semana passada, o tráfego para o Office 365, um serviço de videoconferência da Microsoft, subiu 80%, informou a empresa.

Em São Paulo, que tem sido o centro do surto de vírus no Brasil, o tráfego na Internet começou a aumentar em 30 de janeiro, nove dias após o primeiro caso positivo do vírus na área, com pessoas acessando notícias e usando aplicativos de bate-papo, de acordo com empresa de segurança AeonSecurity. Na semana passada, o tráfego geral da Internet no Rio aumentou 30% em comparação com a semana normal da cidade em janeiro.

Em resposta a Vivo e a TIM disseram que também estão se preparando para aumentar a capacidade de suas redes, se necessário, com mais equipamentos para atualizar redes e torres celulares de emergência que são usadas para manter as pessoas on-line durante desastres naturais.